Diabetes

 

O que é Diabetes?

 

Mas o que é glicose?

 

E a insulina? O que ela faz?

 

Fatores de Risco

 

Sinais e Sintomas

 

Tipos de diabetes

 

Controle glicêmico

 

O que afeta o controle da glicemia

 

Como controlar a glicemia

 

Hipoglicemia

 

Hiperglicemia

 

Antidiabéticos Orais

 

Insulinoterapia

 

Atenção aos pés

 

 

 

Diabetes

Com informações corretas e alguns cuidados básicos, você pode conviver com o diabetes sem perder sua qualidade de vida. Esta área do HotSite é uma contribuição da Unimed Ji-Paraná para você conhecer melhor a doença e aprender a deixá-la sempre sob controle. Aqui você vai saber mais sobre os fatores de risco, conhecer os tipos de Diabetes, como controlar sua glicose e muito mais. Mas lembre-se: tão importante quanto estar bem-informado é contar com um acompanhamento médico constante. Assuma o controle de sua doença e viva com saúde, sempre!

 

 

O que é Diabetes?

Diabetes é uma doença crônica, caracterizada pela elevação persistente do nível de açúcar no sangue, chamado de glicose. Ela é identificada por meio do exame de sangue chamado medida de glicemia. Mesmo não tendo cura, o diabetes pode e deve ser controlado. O diabetes pode causar cegueira, insuficiência renal (mau funcionamento dos rins), má circulação, amputações e problemas de coração. O controle inadequado da doença aumenta o risco de ocorrerem estas complicações.

 

Mas o que é glicose?

A glicose é a principal fonte de energia para as células que formam o nosso corpo. Ela é obtida a partir da ingestão de alimentos ricos em carboidratos, como doces, mel, açúcar, algumas frutas, pães, massas, arroz, cereais, batata, mandioca, farinha e amido. Pelo sangue, a glicose chega a todas as células. Para facilitar esse transporte, nosso corpo produz a insulina.


E a insulina? O que ela faz?

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas. Sua função principal é promover a entrada da glicose nas células do organismo para fornecer-lhe energia. Quando se tem diabetes, pode não haver produção de insulina, ou a insulina produzida ser insuficiente, ou existir defeito na sua ação. Assim, a glicose não é enviada para a célula e fica acumulada no sangue. É o que chamamos de hiperglicemia (glicemia alta).

 

Fatores de Risco

Estes são os principais fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes:

 

Obesidade

É uma doença que se caracteriza pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, produzida pelo aumento de calorias na dieta e acompanhada por um aumento de peso que é perigoso à saúde. Por isso, é importante conhecer bem os alimentos para ter uma dieta equilibrada. Além disso, devemos conhecer qual o IMC (índice de massa corpórea) ideal.

 

Sedentarismo

É caracterizado pela falta de atividade física. Esse comportamento é agravado pelo conforto da vida moderna. Praticando menos atividades físicas, o corpo gasta menos energia, o que tem como possíveis conseqüências a obesidade e a falta de preparo físico. Por isso, é tão importante a prática regular de atividades físicas. Devemos nos exercitar pelo menos 3 vezes na semana, por no mínimo 30 minutos, desde que não haja contra-indicação médica.

 

Hipertensão Arterial (Pressão Alta)

É uma doença muito comum que atinge jovens, adultos e idosos, independentemente do sexo. Com o aumento da pressão, o coração tem que fazer mais força para impulsionar o sangue para o corpo todo, o que compromete a circulação e causa danos a órgãos vitais, como os rins, o cérebro e o próprio coração. A hipertensão é uma doença extremamente perigosa, pois, muitas vezes, não apresenta sintomas.

 

Colesterol Alto

O colesterol é um tipo de gordura que está presente em alimentos como ovos, carnes gordas e derivados do leite integral. O excesso de colesterol no sangue pode causar a aterosclerose, doença caracterizada pela formação de placas no interior das artérias que vão dificultar a passagem do sangue.

 

Idade

Com o avanço da idade, a tendência de desenvolvermos algumas doenças crônicas aumenta. No caso do diabetes, a idade acima de 45 é um fator de risco mais ligado ao tipo 2, especialmente se combinado com algum dos outros fatores.

 

Genética

Se algum parente próximo (pais ou irmãos) teve ou tem diabetes, maiores serão as chances de desenvolver a doença. Procure seu médico e conte a ele sobre estes casos de diabetes na sua família.

 

Sinais e Sintomas

Os principais sinais e sintomas do diabetes são:

• Fadiga (cansaço intenso e sem motivo);
• Emagrecimento rápido sem causa aparente (mesmo comendo mais que o habitual);
• Sede intensa;
• Infecções repetidas (candidíase, furúnculos, infecções urinárias);
• Vontade freqüente de urinar;
• Fome exagerada;
• Dores nas pernas;
• Visão turva (embaçada);
• Dificuldade de cicatrização (os machucados demoram a cicatrizar).

 

Tipos de diabetes

 

Diabetes Tipo 1

O Diabetes Tipo 1 costuma acometer crianças e adultos jovens, mas pode aparecer em qualquer idade. O início é relativamente rápido, normalmente com o surgimento dos sintomas clássicos: sede intensa, grande quantidade de urina clara, fome excessiva, emagrecimento e cansaço. Se o tratamento adequado não for iniciado imediatamente, os sintomas podem evoluir de maneira rápida e grave, podendo chegar a dificuldades respiratórias e coma. Esse quadro é conhecido como cetoacidose diabética e necessita de internação para tratamento.
O diabetes tipo 1 é resultado da destruição de células do pâncreas pelos anticorpos produzidos pelo próprio organismo. Com o pâncreas debilitado, não há produção suficiente de insulina. 

 

Diabetes Tipo 2

O Diabetes Tipo 2 é o que acomete a maioria dos pacientes, principalmente adultos a partir dos 50 anos, com excesso de peso. A instalação do diabetes tipo 2 é mais lenta e silenciosa e os sintomas costumam demorar para aparecer. Em alguns casos, podem levar anos para serem notados.

Duas situações do diabetes tipo 2:
•  Resistência à insulina – o organismo produz a insulina,mas as células do corpo se tornam resistentes à sua ação e, então, não acontece a metabolização adequada da glicose;
•  Produção insuficiente - o organismo produz insulina,mas não em quantidade suficiente para equilibrar o nível de glicose no sangue.

 

Diabetes gestacional

Assim como acontece com o diabetes tipo 2, durante a gravidez, o organismo pode produzir quantidade insuficiente de insulina e apresentar resistência a ela. A causa ainda é desconhecida, entretanto, alguns estudos relacionam o desenvolvimento do diabetes à quantidade de hormônios produzidos pela placenta. Estes hormônios podem prejudicar a ação da insulina, levando à instalação de um quadro de diabetes, que pode ser transitório ou não.

Na maioria das vezes, o diabetes é detectado no terceiro trimestre da gravidez (normalmente na 24ª semana, quando a placenta começa a produzir grandes quantidades de hormônio), por meio de um teste de sobrecarga de glicose.

A falta de controle do diabetes no período gestacional pode acarretar ao bebê um crescimento excessivo (bebê muito grande), atraso na maturação pulmonar e distúrbios metabólicos.

Ao término da gravidez, a paciente deverá ser acompanhada, pois tem maior risco de permanecer diabética.

 

Controle glicêmico

Por que fazer controle glicêmico

A melhor maneira de viver bem com o diabetes é manter os níveis de glicose no sangue controlados e, com isso, retardar as complicações da doença.

O uso correto da medicação, uma dieta adequada e a prática de exercícios físicos regulares são importantes nesse controle. Entretanto, não existe uma fórmula mágica, pois cada organismo reage a todas as exposições e problemas de maneira diferente. O ideal é descobrir quais fatores alteram o seu controle glicêmico e tornar-se um vigilante dos mesmos.

Para realizar o controle glicêmico, existe um teste rápido e simples: a glicemia capilar. O seu médico irá estabelecer qual o valor da glicemia que você deverá manter. Tão importante quanto fazer o teste é anotar os resultados. Preencha a sua tabela de anotações e leve-a sempre nas suas consultas médicas.

 

O que afeta o controle da glicemia

 

Alimentação
Após as refeições, a quantidade de glicose no sangue aumenta. O tipo de alimento e a quantidade ingerida influenciam muito nesse valor. Por isso, é importante conhecer bem os alimentos e controlar a ingestão de doces em geral e, principalmente, de carboidratos (massas, batata, mandioca, arroz, pães, etc.). O segredo é ter uma dieta saudável (rica em verduras), balanceada e alimentar-se em intervalos de até três horas.

 

Medicação
O uso da medicação deve ser combinado entre você e seu médico. Existe uma relação entre as refeições e os horários dos medicamentos. Esclareça com seu médico suas dúvidas.

 

Exercícios Físicos

A prática de esportes e atividades físicas é muito importante na prevenção de doenças, pois ajuda a melhorar sua capacidade física e a diminuir o estresse. Além disso, oferece ao indivíduo a sensação de bem-estar e ânimo. Mas fique atento: ao praticar essas atividades (até mesmo uma caminhada), o organismo passa a utilizar mais glicose do que utilizaria em repouso, o que, em alguns casos, pode levar a uma crise de hipoglicemia. Caso a glicemia esteja alta, existe uma chance de ocorrer a crise de hiperglicemia durante a atividade. Informe-se novamente sobre os cuidados que você deve tomar com seu médico. Vamos em frente, pois a atividade física melhora a qualidade de vida.

 

Estresse
Quando ficamos nervosos, irritados e ansiosos, o organismo libera hormônios que podem alterar o nível glicêmico podendo causar uma crise de hiperglicemia e até mesmo um quadro de cetoacidose diabética. Por isso, devemos mudar a maneira de encarar a vida e os problemas do dia-a-dia. Tente sempre ver o lado positivo das situações e controlar sua irritação e ansiedade.

 

Doenças

Quando uma pessoa diabética fica doente (mesmo que seja apenas uma gripe), seu organismo tenta reagir e lutar contra a doença. Nesse momento, o organismo também libera hormônios que tendem a alterar o nível glicêmico, podendo causar uma crise de hiperglicemia e até mesmo um quadro mais grave de descompensação: a cetoacidose diabética. Mesmo que você já tenha estabelecido um bom controle glicêmico e realize o teste de glicemia capilar uma vez por dia, deve aumentar a vigilância sempre que estiver doente e realizar mais vezes o teste.

 

Como controlar a glicemia

Como já foi dito, o teste de glicemia capilar é a forma mais rápida e prática de fazer o controle da taxa de açúcar no sangue (glicemia). Além disso, pode ser realizada a qualquer momento.

 

A quantidade de vezes e os horários em que você deve fazer o teste são acordados com seu médico. Os horários mais indicados são:
a) Pela manhã em jejum e/ou antes das refeições;
b) Duas a três horas após as refeições;
c) Antes de dormir.

 

Além disso, seu médico deverá estabelecer a faixa de controle, ou seja: o menor e o maior valor que a sua glicemia pode atingir.
1- Junte todo o material que será necessário: aparelho, fitas, lanceta (ou agulha de insulina), algodão e álcool.
2- Observe antes de realizar seu teste de glicemia se o aparelho está calibrado para as fitas que você utiliza.
3- Lave bem as mãos com água e sabão. É indicado usar água quente em dias frios para que o sangue saia com mais facilidade. Seque sempre as suas mãos com uma toalha limpa.
4- Se possível, friccione algodão molhado com álcool no dedo a ser picado e, em seguida, seque o local com algodão seco.
5- Deixe a mão pendente (pendurada para baixo) para acumular sangue na extremidade.
6- Aperte o dedo abaixo do local a ser picado, até que se obtenha a gota de sangue. Não pique exatamente a ponta do dedo, pois essa área é muito sensível e você poderá sentir dor. Prefira picar as áreas laterais, ao redor das polpas dos dedos.
7- Coloque a gota de sangue na fita de acordo com a orientação do fabricante do aparelho.
8- Pressione o local picado com o auxílio do algodão até que pare de sair sangue.
 Para manter a glicemia sob controle
e evitar complicações, você deve: 

•  Usar a medicação corretamente (dose, horário e aplicação em locais corretos);
• Alimentar-se de maneira saudável e em intervalos regulares;
• Fazer os testes de glicemia e anotá-los no seu diário;
• Entrar em contato com seu médico caso tenha alterações significativas no controle de glicemia;
• Fazer atividades físicas conforme orientação médica;
• Conhecer os sinais e sintomas de descompensação da glicemia para detectar precocemente e intervir nos quadros de hipo e hiperglicemia;
• Manter seus parentes, amigos e colegas informados sobre os sintomas de hiper e hipoglicemia e sobre as condutas a serem tomadas;
• Ter sempre em mãos suprimentos (tablete de glicose, balas) para intervir nas crises de hipoglicemia.

 

Hipoglicemia

A hipoglicemia é a queda acentuada do nível de açúcar no sangue. Os sinais e sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas normalmente os primeiros são:
•  Irritabilidade (nervosismo);
•  Tremores;
•  Tontura;
•  Fome

 

Outros sinais e sintomas são:

•  Calafrios;
•  Cansaço (fadiga);
•  Taquicardia (batimento cardíaco acelerado);
•  Sudorese;
•  Mau humor;
•  Dor de cabeça;
•  Visão turva;
•  Dormência nos lábios e língua;
•  Desorientação (ficar confuso);
•  Desmaio;

•  Pele fria, pálida e úmida;
•  Convulsões;
•  Dificuldades para acordar (hipoglicemia noturna).

O importante é você aprender a identificar os fatores que causam a hipoglicemia e o início de uma crise para tratá-la rapidamente. Por isso, a partir de sua vivência e das suas anotações de controle glicêmico, seu médico deverá estabelecer quais os valores glicêmicos de alerta e que devem ser corrigidos.
 
A) O que pode causar uma crise de hipoglicemia?
•  Praticar atividades físicas em excesso;
•  Não se alimentar em horários regulares e habituais (atraso nas refeições);
•  Não comer em quantidades suficientes;
•  Ingerir bebida alcoólica sem alimentar-se;
• Tomar uma dosagem errada de medicação (insulina e alguns antidiabéticos orais em maior quantidade). 
 
B) Como tratar uma crise de hipoglicemia?
Ao perceber ou desconfiar que está tendo uma crise de hipoglicemia, o ideal é fazer um teste de glicemia capilar para confirmação. Entretanto, se não for possível fazê-lo, deve-se tratar logo a crise para que os sintomas não se agravem. Para isso, coma alimentos doces de rápida absorção, tais como:
•  Dois a cinco tabletes de glicose (vendidos em farmácia);
•  Meia lata de refrigerante comum;
•  Meio copo de suco de laranja;
•  2 colheres de chá de mel;
•  Meio copo de leite desnatado.

Se após 15 minutos dessa ingestão os sintomas não melhorarem, coma mais um pouco desses alimentos e peça ajuda.

 

Oriente seus familiares, amigos e colegas de trabalho que, caso ocorra perda da consciência (está desmaiado, ou não atende aos comandos), você não poderá receber alimentos, pois terá dificuldades de deglutir e poderá engasgar. Nesse caso, a pessoa que socorrê-lo deverá colocar açúcar ou mel embaixo da língua ou entre a gengiva e a bochecha e encaminhá-lo imediatamente ao hospital.

 

Existe hoje no mercado um medicamento para ser usado em caso de emergência. Ele é de fácil manuseio e deve ser aplicado (injetado) por quem estiver prestando socorro à pessoa em crise. Converse com seu médico sobre a necessidade e a possibilidade de você utilizá-lo.

 

Hiperglicemia

 

Ao contrário da hipoglicemia, a hiperglicemia é o excesso de glicose no sangue. Entretanto esse processo é lento e gradual, ou seja, os sinais e sintomas vão aparecendo aos poucos, sendo muitas vezes notados só em situações extremas.

 

 Sinais e sintomas

•  Cansaço;
•  Urinar muito;
•  Muita sede;
•  Visão turva (embaçada, destorcida);
•  Sonolência;
•  Tonteira.

 

 A) O que pode causar uma crise de hiperglicemia?
•  Não seguir a dieta recomendada (comer alimentos não indicados).
•  Comer muito.
•  Ficar sob estresse emocional (estar muito tenso, nervoso) e/ou doente.
•  Tomar uma dosagem errada de medicação (insulina e alguns antidiabéticos orais em quantidade inferior à recomendada).

 

B) Como tratar uma crise de hiperglicemia?

Assim como para os casos de hipoglicemia, o ideal é fazer um teste de glicemia capilar para confirmar a suspeita. Entretanto, se não for possível fazê-lo, deve-se procurar imediatamente um serviço médico ou hospital. Não espere melhorar ou ter certeza de que está em crise, pois o quadro de hiperglicemia não tratado pode evoluir para formas graves e colocar em risco a sua vida.

 

Antidiabéticos Orais

São comprimidos para tratamento do diabetes, que possuem função de reduzir os níveis de glicemia sanguínea. Devem ser tomados adequadamente, conforme prescrição e orientação médica. Atenção, mesmo que esteja se sentindo bem, não abandone jamais o remédio que estiver tomando, sem orientação médica.


Insulinoterapia

A Insulina 

A insulina é responsável por promover a entrada da glicose nas células do organismo para lhes fornecer energia. Nos portadores de diabetes, ocorrem alterações na produção deste hormônio, fazendo com que algumas pessoas necessitem tomar a insulina produzida em laboratórios para manter sua glicemia (taxa de açúcar no sangue) controlada.

A maioria dos diabéticos, normalmente tipo 2, conseguem controlar os níveis glicêmicos apenas com dieta, exercícios e hipoglicemiantes orais, sem precisar utilizar insulina. Outros necessitam da insulina para o controle glicêmico.


Tipos de insulina

Existem hoje disponíveis no mercado vários tipos de insulina sintetizadas em laboratório. O médico prescreve a insulina mais apropriada ou indica uma combinação de diversos tipos de insulina dependendo das condições e dos hábitos de vida do paciente.

 

O que diferencia os tipos de insulina?
•  Início da sua ação (tempo que a insulina leva para alcançar o sangue e diminuir os níveis glicêmicos);
•  Duração do efeito (por quanto tempo a insulina continua atuando);
•  Pico de ação (tempo em que o poder da insulina é máximo para a diminuição da glicemia);
•  A sua origem (pode ser humana, suína ou bovina - chamadas insulinas regulares).

Tabela das disferentes velocidade e tempos de ação dos principais tipos de insulina.

 

AÇÃO

TIPO DE INSULINA

INÍCIO DA AÇÃO

PICOS DE AÇÃO

DURAÇÃO
MÁX. USUAL

Ultra-rápida

Humana < 15 minutos De ½ a 1 ½
hora

De 4 a 6 horas

Rápida

Regular

De ½ a 1 hora De 2 a 3 horas De 6 a 10 horas

Intermediária

NPH

De 2 a 4 horas

De 3 a 10
horas

De 14 a 18 horas

Lenta

De 3 a 4 horas

De 4 a 12
horas

De 16 a 20 horas

Longa

Ultralenta

De 6 a 10 horas

De 10 a 16
horas

De 20 a 24 horas
horas

 

Aplicação da insulina

Até pouco tempo atrás, o uso da insulina era associado a dor e desconforto. Entretanto, com a evolução e a adaptação dos materiais e técnicas utilizadas, isto veio por terra. Hoje, aprendendo a técnica corretamente, conseguimos tornar a aplicação da insulina uma tarefa rápida e relativamente indolor.

 

A) Escolha das seringas
As seringas mais utilizadas são aquelas com capacidade de 1ml, pois apresentam o fracionamento em unidades (medida como é prescrita pelo médico) a quantidade de insulina a ser aplicada. Existem, também, disponíveis no mercado, seringas de 0,5 e 0,3ml. Outra opção é um dispositivo em forma de caneta que apresenta uma agulha descartável na ponta (quando acionada perfura a pele sem causar dor) e uma carga de insulina que é liberada automaticamente.
Atualmente, elas são muito utilizadas devido à facilidade de executar o procedimento e pela precisão de dosagem de insulina liberada, que é regulada no momento da aplicação.

 

B) Escolha das agulhas
Normalmente, as seringas já vêm com agulha. Entretanto, é possível adquirir separadamente a seringa e a agulha, uma vez que há no mercado agulhas com tamanhos diferentes, específicas para a aplicação de insulina.

O importante é que a aplicação da insulina seja feita no tecido subcutâneo. Caso você faça a opção de comprar os produtos separadamente, peça ao seu médico para indicar qual a agulha mais apropriada.

 

C) Locais e posições recomendados para a aplicação da insulina
Locais recomendados:
Como já dissemos, a insulina deve ser aplicada no tecido subcutâneo, para absorção adequada. Os locais recomendados para a aplicação da insulina são afastados das articulações, dos nervos, dos grandes vasos sanguíneos e devem ser de fácil acesso para você realizar auto-aplicação.

•  Braços: região posterior externa do braço, no espaço entre 3 dedos abaixo do ombro e 3 dedos acima do cotovelo.
•  Coxas: região frontal e lateral superior da coxa, no espaço entre 3 dedos abaixo da região inguinal e 3 dedos acima do joelho.
•  Abdome: região abdominal, exceto no espaço entre 3 dedos à direita ou à esquerda do umbigo. Não é recomendado aplicar nem acima nem abaixo do umbigo por ser desconfortável.
•  Nádegas: região superior lateral externa do glúteo, tendo como referência a prega interglútea.Vale lembrar que a absorção adequada da insulina depende do local da aplicação. Ela é absorvida mais rapidamente quando aplicada nas coxas, nádegas e abdome (nesta ordem). Quando aplicada nos braços, sua absorção é mais lenta. Mas é importante fazer rodízio dos locais de aplicação, para evitar problemas na pele.

•  Lave bem as mãos com água e sabão
•  Junte todo o material que será necessário: seringa com agulha, frasco de insulina, algodão e álcool.
•  Confira o prazo de validade da insulina (insulina vencida deve ser desprezada).
•  Confira o aspecto da insulina (observe se muda de cor ou se apresenta partículas boiando).
•  Misture a insulina fazendo movimentos circulares e suaves com o vidro da insulina para que haja uma homogeneização do seu conteúdo (para quem faz uso de insulina lenta e NPH).
•  Limpe a tampa do frasco com algodão molhado no álcool e espere secar.
•  Aspire cuidadosamente o medicamento até a quantidade prescrita.
•  Se você notar bolhas de ar na seringa, dê pequenas batidas no local para a eliminação das mesmas. mpurre suavemente o êmbolo e aspire a quantidade de insulina que faltar.
•  Passe outro algodão molhado com álcool no local da aplicação. Aguarde secar ou passe no local um algodão seco.
•  Segure a seringa com a mão dominante como se fosse um lápis.
•  Com a outra mão, faça uma prega na pele na região onde foi feita a limpeza e introduza a agulha com um movimento firme e rápido. Atenção: a agulha deve estar em ângulo de 90º com a pele. OBS: Se você utilizar dispositivo em forma de caneta para aplicação ou agulhas menores (5mm), não precisa fazer a prega cutânea.
•  Puxe delicadamente o êmbolo da seringa um pouco para fora. Desta forma, você testa se atingiu algum vaso sanguíneo. Caso tenha atingido, você verá sangue na seringa, e deve retirar a agulha e recomeçar o processo, escolhendo um novo local para aplicação.
•  Injete a insulina pressionando delicada e lentamente o êmbolo até o final.
•  Conte até dez.
•  Retire a agulha suavemente.
•  Pressione o local com o algodão por alguns segundos.
•  Não faça massagem no local após a aplicação, pois isso acelera o processo de absorção da insulina.

 

Conservação e armazenamento da insulina

Tão importante quanto o uso correto da insulina (dosagem, horário e aplicação corretos) é a conservação adequada deste produto. Ela irá influenciar o resultado. Por isso fique atento às dicas abaixo, antes de comprar a insulina:
• Conheça o local e observe como o material é conservado (local adequado e limpo, com boa higienização).
• Quanto à apresentação no frasco, verifique se há partículas boiando e observe a cor da insulina (a insulina Regular é límpida e a NP é turva).
• Confira sempre o prazo de validade.
• Guarde a insulina na parte baixa ou na porta da geladeira.
• Coloque rótulo com a data de abertura no frasco aberto, para controle de validade.
• Frascos de insulina mantidos em temperatura ambiente (local fresco e seco) devem ser utilizados em no máximo 30 dias, pois perdem sua potência de ação.
• A insulina não pode ficar exposta à luz direta do sol e não pode atingir uma temperatura abaixo de

 

Reação alérgica

Fique atento aos sinais de reação alérgica à insulina e entre em contato imediatamente com seu médico, caso apresente:
• Depressão na pele no local das injeções.
• Vermelhidão persistente ou temporária no local das injeções.
• Caroços agrupados, semelhantes à urticária.
• Inchaço no local das injeções.

 

Atenção aos pés

Os pés e o diabetes

O controle dos níveis glicêmicos é muito importante para a prevenção de complicações imediatas do diabetes, como a hiperglicemia (nível de glicose no sangue alto) ou a hipoglicemia (nível de glicose no sangue baixo), e tardias. Por isso, o uso correto da medicação, uma dieta bem estruturada e a prática de exercícios físicos são tão importantes.

Uma das possíveis complicações tardias são as alterações vasculares (nos vasos sanguíneos) e as neuropatias (alterações nos nervos), que atingem principalmente as pernas e os pés e causam:

• Perda da sensibilidade;
• Formigamento;
• Dores agudas;
• Fraqueza muscular;

Com isso, os pés passam a correr perigo já que, com a diminuição da sensibilidade, podemos pisar em algo e ferir os pés sem perceber. Se o local não for tratado, a lesão pode infeccionar. Infecções em alguns casos levam a amputação. Para evitar complicações, você deve cuidar bem dos seus pés.

 

Cuidados com os pés

Lave os pés

A higiene corporal é muito importante. Para evitar complicações com os pés, você deve lavá-los todos os dias, mas tome alguns cuidados:
• Teste a temperatura da água na parte interna do seu antebraço. A água deve estar morna. Cuidado com água quente, para não se queimar.
• Use sabão neutro.
• Não deixe seus pés de “molho” para não deixar a pele frágil.
• Seque bem os pés. Muita atenção, pois é importante secar entre os dedos.
• Aplique um creme hidratante na sola e na parte de cima dos pés. Cuidado! Não devemos passar creme entre os dedos. Você pode usar talco entre eles para mantê-los mais secos.

Examine os pés diariamente
Devido à perda de sensibilidade nos pés, examinar os pés diariamente é um hábito importantíssimo, pois você tem a chance de detectar e tratar machucados e lesões precocemente.
• Procure bolhas, cortes, rachaduras, manchas vermelhas e alterações nas unhas.
• Preste atenção especial entre os dedos.
• Avalie também pernas e tornozelos. São sinais de comprometimento na circulação: inchaço (pele seca e brilhante) e/ou pés pálidos ou arroxeados.
• Se tiver dificuldades em abaixar ou em enxergar os seus pés (sola e entre os dedos), use um espelho ou peça ajuda a outra pessoa.
• Faça desse gesto uma rotina no seu dia-a-dia. Se encontrar alguma alteração, entre em contato com seu médico.

 

 Proteja os pés
•  Use calçados na praia e em pisos quentes (piscina) para evitar queimaduras.
•  Use protetor solar nos pés sempre que eles ficarem expostos ao sol.
•  Se sentir frio nos pés, use meias quentes.
•  Nunca use bolsas de água quente. Elas podem causar queimaduras nos pés sem você sentir. 

 

Cuidados com as unhas

• Mantenha as unhas sempre cortadas e lixadas. O corte deve ser feito com um cortador de maneira reta. Não arredonde os cantos das unhas.
• Não tire cutícula. Ela está ali para protegê-lo, impedindo a entrada de sujeira e de bactérias.
• Não use canivete, faca, tesoura e alicate para cortar as unhas.
• Faça esses cuidados, de preferência, após lavar e secar os pés. As unhas umedecidas tornam-se mais maleáveis.
• Caso você peça a alguém para cuidar dos seus pés, oriente sobre o que pode ou não ser usado. Lembre-se também de orientar a pessoa sobre como devem ser feitos os cuidados.
• Procure a ajuda de um especialista se:
· Não conseguir alcançar os pés;
· Tiver unhas encravadas;
· As unhas forem grossas e duras.

 

Calos e Verrugas

• A presença de calosidades e verrugas nos pés é um incômodo. Entretanto, você não deve usar cremes, lâminas de barbear, estiletes ou qualquer outro recurso para retirá-las. Você pode ferir os seus pés e até causar uma infecção.
• Você pode usar após o banho ou a lavagem dos pés uma pedra-pomes para lixar as áreas ásperas e os pequenos calos. Mas, atenção: faça isso com muito cuidado! Use a pedra com delicadeza e friccione-a em um só sentido, sem movimentos de vai-e-vem, para evitar lesões na pele.


Sapatos adequados 
O uso de sapatos adequados pode evitar muita dor de cabeça. Sapatos apertados, pequenos e com costuras podem levar à formação de lesões. Fique atento às dicas abaixo:
• Use sapatos fechados e confortáveis (de couro mole e sem costuras) para proteger os pés.
• Evite andar descalço. Mesmo em casa, você pode machucar os pés.
• Use sempre sapatos com meias, que devem estar limpas. Dê preferência a meias de algodão e sem costuras. Elas mantêm os pés mais secos e ajudam a prevenir a formação de bolhas. Mas, atenção: os elásticos não devem apertar os tornozelos!
• Evite saltos altos, sandálias e chinelos.
• Antes de calçar os sapatos, verifique se há algum objeto dentro dele. Você pode não senti-lo e se machucar.
• Mantenha atualizada a vacina contra tétano.

 

Escolhendo sapatos para comprar: 
• Não compre sapatos de bicos finos, pois eles aumentam a pressão nos pés e podem machucá-los.
• Verifique se o sapato é bastante confortável antes de comprar. Bicos largos tendem a dar mais espaço para os dedos.
• Evite sapatos de plástico e materiais sintéticos, pois eles prejudicam a ventilação dos pés.
• Sapatos de couro e sem costuras são recomendados.
• Sapatos novos devem ser usados primeiro em casa e por pouco tempo, aumentando gradativamente a  permanência.
• Prefira comprar sapatos à tarde, pois essa é a hora em que os pés ficam mais inchados.
• Use calçado adequado para a prática de atividades físicas. Eles devem calçar bem e dar segurança.

 

Circulação

Manter uma boa circulação nos pés ajuda a prevenir as complicações. Por isso: 
• Não fume. O hábito de fumar prejudica os vasos sanguíneos, tornando-os doentes.
• Não use meia-calça com elástico, ligas ou qualquer coisa que “aperte” as pernas e os pés.
• Evite manter as pernas cruzadas durante muito tempo. Isso interrompe o fluxo sanguíneo.
• Evite ficar muito tempo sentado. Levante-se e dê uma volta.
• Faça exercícios com os pés. Mexa os dedos, mova os pés e os tornozelos para cima, para baixo e para os lados.
• Ponha as pernas para cima sempre que possível.
• Pratique atividades físicas leves e de baixo impacto. Caminhadas, bicicletas e atividades aquáticas, como natação e hidroginástica, são boas pedidas. (Se não houver contra-indicação médica).
• Faça aquecimento e alongamento antes e depois das atividades físicas.
• Beba bastante água. A hidratação é muito importante, exceto em casos de recomendação médica contrária.

 

Prevenção

Atividade física

Praticar exercícios físicos é muito importante para indivíduos de qualquer idade. A atividade física ajuda na prevenção das enfermidades do coração, no controle da pressão arterial, ajuda a reduzir a tensão (estresse), diminui os níveis de colesterol (gordura no sangue) e ajuda você a controlar seu peso.
Para os diabéticos, a atividade física traz diversos benefícios adicionais, como o aumento da ação da insulina. Isso acontece porque os exercícios aumentam a sensibilidade do corpo à insulina e, portanto, tendem a diminuir a glicose no sangue, contribuindo para o controle do diabetes.
Exercícios regulares e programados são a melhor opção para tornar seu hábito de vida mais saudável. Os mais indicados são: caminhar, andar de bicicleta, nadar, dançar e fazer hidroginástica. Mas, cuidado! Exercícios intensos, sem uma alimentação regular, podem causar hipoglicemia.

 

Vantagens de praticar atividade física
•  Aumento da ação da insulina;
•  Aumento da captação da glicose pelo músculo;
•  Diminuição da glicose sanguínea;
•  Melhora das funções cardiorrespiratórias;
•  Melhora da força e da resistência física.

 

Cuidados necessários durante a prática de atividade física
• Leve sempre algum documento que identifique que você é diabético, pois, em caso de emergência, as pessoas poderão ajudá-lo;
• Tente fazer os exercícios regularmente e de maneira freqüente, de 20 a 30 minutos, se possível, todos os dias;
• Use calçados confortáveis que se adaptem aos seus pés e sejam apropriados para a atividade;
• Pare de fazer exercícios se tiver sensação de desmaio, dor ou dificuldade de respirar. Caso seja necessário, entre em contato com o seu médico;
• Leve sempre consigo alimentos com açúcar de ação rápida quando fizer exercícios, como, por exemplo, doces, bolachas, balas de açúcar. Caso tenha os sintomas de hipoglicemia, coma logo um desses alimentos.

 

Alimentação saudável

Tudo aquilo que você come altera o nível de glicose no sangue. Portanto, conhecer os nutrientes que compõem os alimentos (como calorias, carboidratos, proteínas, gorduras, fibras, vitaminas e minerais) faz toda a diferença no controle da glicemia. Alimentar-se de forma saudável é um presente que você dá a si mesmo, pois ajuda no controle do diabetes e melhora sua saúde em geral.

 

Calorias
São a energia que o nosso corpo utiliza. São encontradas nos alimentos e calculadas a partir da quantidade de gorduras, proteínas e carboidratos presentes.


Carboidratos
São as fontes da energia necessária para o funcionamento de todo o organismo e, por isso, deverão estar presentes em maior quantidade na alimentação. São encontrados nos pães, biscoitos, cereais, massas, arroz, grãos e alimentos que contenham açúcar. Todos os diabéticos podem consumir carboidratos, tanto aqueles que fazem controle apenas com alimentação e medicamentos orais, como aqueles que usam a terapia insulínica. Entretanto, saber escolher e controlar a quantidade de carboidratos que ingerimos é muito importante. Dê preferência aos integrais e evite o consumo de doces e açúcares. Seguir o seu plano alimentar é muito importante.

 

Fibras

São um tipo de carboidrato presente em diversos alimentos de origem vegetal, como frutas e hortaliças, e em alimentos integrais. A presença delas na nossa alimentação é essencial, pois diminui o risco de doenças do coração, câncer de intestino, hemorróidas, além de melhorar o funcionamento intestinal.


Proteínas
São fundamentais para o crescimento, a renovação das células e a cicatrização. Consumir proteínas é parte importante de qualquer dieta saudável. São encontradas nas carnes, aves, laticínios e ovos, legumes, cereais e vegetais. Atenção para a forma de consumo de certas proteínas: as carnes e aves deverão ser grelhadas, assadas ou cozidas; os laticínios deverão ser desnatados e os ovos cozidos, pochê ou assados.

 

Gorduras
São necessárias como fonte de energia, na absorção das vitaminas, na formação dos hormônios sexuais e servem como reserva energética. Um pouco de gordura deve fazer parte da dieta de todas as pessoas para garantir o bom funcionamento do organismo.


Vitaminas e minerais
Regulam as funções do organismo, ajudando no seu bom funcionamento. Protegem a pele, a visão, os dentes e aumentam a resistência do organismo no combate a infecções. São encontrados nas frutas, verduras e legumes.

Confira algumas recomendações que podem ajudar você a tornar sua alimentação mais saudável
• Procure incorporar na sua dieta a maior quantidade possível de alimentos ricos em fibras, tais como, frutas e verduras. Você pode aumentar esse consumo com medidas simples, como evitar descascar algumas frutas (figo, pêssego, maçã, etc.), pois as cascas são ricas em fibras.
• Procure diminuir a quantidade de gorduras (óleos, manteiga, cremes, etc.) e de carboidratos (massas e doces).
• Dê preferência a alimentos grelhados e/ou cozidos.
• Evite comer em fast foods (restaurantes e lanchonetes com lanches rápidos). Dê preferência aos alimentos de preparação mais “caseira”.
• Diminua a quantidade total de alimentos em cada refeição. Faça mais refeições ingerindo menos calorias de cada vez. Esse procedimento permitirá uma digestão mais fácil e diminuirá o apetite nas refeições maiores.
• Utilize leite e derivados (iogurte, queijos, etc.) desnatados ou light.
• Prefira as carnes magras. Assim, você previne o aumento do colesterol, além de controlar o peso.
• As leguminosas (feijão, lentilha, soja, etc.) devem fazer parte do cardápio, pois contêm proteínas, ferro e fibras.
• No supermercado, é preciso cuidado ao escolher o que será comprado. Leve alimentos saudáveis para casa. Dê preferência aos temperos naturais, pois os industrializados contêm grande quantidade de sal. Os óleos mais saudáveis são os vegetais (canola, girassol, milho e soja). Evite frituras.
• Não se esqueça: se for comer uma sobremesa diet ou light, fique apenas com uma porção. Comer o dobro pode significar o mesmo que comer um doce muito calórico e com uma dosagem dobrada de açúcar.
• Não existe adoçante ideal; por isso, procure variar os tipos existentes.


 

 

 

 

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